O que pode provocar esta crise coronavírus

Crise coronavírus é provavelmente expressão mais ouvida e pronunciada por todos nós ao longo das últimas semanas. Neste momento, praticamente todo o mundo se encontra a combater esta pandemia..

Os coronavírus consistem numa família de vírus capazes de provocar doença, nomeadamente infeção respiratória, nos seres humanos. Esta infeção, cujo sintomas podem ser muito semelhantes a uma gripe pode, em casos mais graves, apresentar uma evolução para pneumonia.

Atualmente designado como COVID-19, esta é a doença provocada pelo novo coronavírus SARS-COV-2. Este vírus é originário da China, da cidade de Wuhan onde, no final do ano de 2019, foram reportados vários casos de trabalhadores e também clientes do mercado do peixe, marisco e aves de Hubei, com pneumonias de origem desconhecida. 

A identificação destes casos teve como pressuposto o facto de que a transmissão poderia ter ocorrido a partir do contacto com animais, mas, no entanto, sem a existência de qualquer indício que pudesse antever uma crise desta dimensão…a crise coronavírus. 

Desde aí, a evolução da COVID-19 tem sido absolutamente devastadora estando, neste momento, alastrada a quase todos os países do mundo. Há mesmo quem considere o novo coronavírus como a 3ª Guerra Mundial.

Sintomas e contágio da COVID-19

Os principais sintomas associados a esta doença podem ser muito bem confundidos com uma gripe mais comum. Falamos de febre, tosse e, em alguns casos, dificuldade respiratória. Existem, no entanto, alguns casos onde se identificou também dor de garganta, dores de cabeça, dores musculares e algum cansaço. Infelizmente, alguns casos podem evoluir para situações mais complexas, levando mesmo a pneumonia grave associada a insuficiência respiratória aguda, falência renal e, nos piores casos, pode mesmo terminar em óbito.

O contágio deste vírus é bastante fácil e rápido, com a agravante de contar com um período de incubação de 14 dias.

Evitar o contágio nesta crise coronavírus.

Há várias medidas que todos devemos adotar no sentido de evitar o contágio e, dessa forma, diminuir a forma acelerada como este vírus se propaga.

Neste momento, e tendo em conta a drástica evolução que vemos da doença, uma das medidas de prevenção de contágio mais eficazes é, mesmo, o isolamento profilático

Desta forma, evitando o contacto com outras pessoas, é possível travar de forma acentuada esta propagação na tentativa de reduzirmos ao máximo o número de infetados que aparecerão nas próximas semanas e assim controlar esta crise coronavírus

No entanto, nos casos em que o isolamento não é possível, é fundamental que se adotem medidas de etiqueta respiratória, ou seja, tapar o nariz e a boca quando se espirra ou tosse. 

Além disso, e muito importante, é a lavagem frequente das mãos. E, sim, isto pode fazer toda a diferença. 

Lavar as mãos de forma adequada e/ou recorrer a uma solução à base de álcool, pode também ser uma medida de prevenção bastante eficaz.

Todos os cuidados são poucos e é crucial que se resguarde o mais possível de forma a proteger-se não só a si, mas a toda a comunidade, principalmente aos grupos considerados de risco.

Todas as pessoas que apresentem algum sintoma relativos à crise coronavírus deverão sempre contactar as linhas de apoio à COVID-19 e nunca se dirigir por iniciativa própria a qualquer estabelecimento de saúde.

De que forma Portugal está a lidar com esta crise  coronavírus?

Portugal no inicio desta crise coronavírus, identificou os primeiros casos positivos para o novo coronavírus a 2 de março de 2020, casos estes que foram importados de outros países. 

Desde essa altura, o número de pessoas infetadas tem sido crescente e, atualmente, a propagação do vírus já se encontra na fase de mitigação, ou seja, a transmissão já é feita de forma comunitária, sendo muito difícil continuar a identificar e controlar as cadeias de transmissão.

A 11 de março a OMS declarou o estado de pandemia mundial e a 18 de março Portugal declara estado de emergência contra a crise coronavírus.

O que implica o estado de emergência?

Este é um estado de exceção declarado pelo Presidente da República após audição do governo e consiste essencialmente na suspensão ou limitação de determinados direitos, neste caso, tendo em vista a adoção de medidas extraordinárias que ajudam no controlo desta pandemia.

Pelo facto da crise coronavírus se tratar de uma emergência sanitária, todas as medidas estão mais relacionadas com restrições à movimentação e circulação dos cidadãos, podendo mesmo chegar a existir isolamento obrigatório.

Na sequência destas medidas, Portugal sofreu uma profunda mudança a vários níveis e todos nós fomos, de certa forma, forçados a adaptarmo-nos a esta mesma mudança, principalmente no que diz respeito à forma como habitualmente costumamos trabalhar.

Além das restrições à circulação devido à crise coronavírus, muitas empresas e estabelecimentos foram “obrigados” a encerrar. Pela existência de colaboradores em quarentena, doentes ou até mesmo apenas por receio, para muitos setores foi praticamente impossível manter atividade. Pelo menos da forma tradicional.

Trabalho remoto. E agora?

Apesar de o conceito de trabalho remoto ser algo já bastante usual nos dias que correm, é praticamente impossível passar de forma automática o modo de funcionamento de uma empresa “convencional” para teletrabalho sem que isto traga consigo uma série de alterações, adaptações e ajustes, quer para as empresas, quer para todos os seus colaboradores. E este não é, de todo, um processo fácil.

A verdade é que são já muitas as ferramentas que facilitam todo este processo, que permitem o acesso remoto a servidores, reuniões online, gestão de equipas e projetos, mas, o conhecimento e a implementação de todas estas ferramentas é, por si só, um processo bastante complexo e exigente, para que tudo possa funcionar de forma fluída e eficiente.

Todo este processo requer organização e estruturação e, muitas vezes, as empresas não são capazes de, sozinhas, assegurarem a implementação de uma estratégia desta dimensão. Por essa razão, a UpTogether Consulting disponibiliza um serviço de consultoria às empresas, que é fundamental para garantir que a estratégia de trabalho remoto funcione em pleno, permitindo às empresas manterem a sua atividade de forma eficiente e rentável, minimizando os impactos desta enorme crise que atravessamos.

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